Álbuns de 2010 (20º ao 11º)

Wow, que ano, que ano! É difícil escrever algo sobre um ano tão intenso e marcante como este 2010. Um ano que começou em uma fissura louca e absurda de tentar não deixar passar nada, em que acabei escutando do mais esdrúxulo ao mais sublime nesta ânsia musical patológica. Doença que foi inflada por uma hipergreve na minha universidade, em que o ócio e a vagabundagem me fizeram escutar quase um álbum novo por dia. Ainda bem que as aulas voltaram e essa alucinação passou, levando-me a reduzir drasticamente o ritmo nas novidades. Amém.

Sim, o primeiro parágrafo tinha que ser assim, tinha que ser sobre como esta lista surgiu, porque ela é injusta, muito injusta, não só do ponto de vista objetivo, pois quem vos escreve não entende absolutamente nada de música (tá, um tiquinho, vai), mas também do ponto de vista tempo/álbum. Muitos álbuns mal foram escutados. Foram pisoteados e afastados para o limbo do meu hd, sem sequer uma segunda chancezinha. Neste exercício de honestidade, cabe um certo migué, pois por mais que minha lista surja como a supra-sumo das injustiças, a rabeira da merda pretensiosa, ela, ao meu ver (lol), não está muito pior que listas descoladas ou conceitudas por aí, até porque, em certa medida, elas não se diferem muito. É mais um ranking embasado em modismos, hypes, deshypes, pessoalismos e na falibilidade de não poder conhecer tudo.

Depois dessa verborragia no sense, volto a falar um pouco desse nosso querido 2010. Pra mim, foi um ano mais do que especial, começando pelo fato de que muitas das minhas bandas preferidas e de cabeceiras lançaram algo novo nestes 12 meses, entre elas The National, Band of Horses, Kings of Leon, Midlake, Menomena, Shearwater e outras mais. Destas, umas me decepcionaram profundamente, como o enfadonho e  “não, não acredito” The Courage of Others do Midlake, que, graças ao bom deus, foi recompensado pelo Queen of Denmark – John Grant -, que de certa forma fez o que eu esperava do sucessor do The Trials of the Van Occuphanter.

Um breve parênteses, não que The Courage of Others tenha sido essa merda toda, pelo contrário, eu até gostei bastante nas primeiras vezes que escutei. Cheguei até ao absurdo de dizer, no reveillon passado, que as críticas que ele estava recebendo eram apenas por não conseguir manter o nível do seu antecessor, que era uma obra prima. Engano meu, mero engano. O álbum é fraco por ser repetitivo, por não ter diversificação e não engrenar nunca. É comida boa, mas sem sal. O tombo já era grande, mas por Midlake ser minha banda preferida dos últimos 5 anos, todos esses defeitos fizeram com que a queda tenha sido maior do que o que realmente foi.

Mas tem coisa pior, como o álbum de covers CHATO PRA CARALHO do Peter Gabriel (amém), ou então a porcaria do Pigeons, Here We Go Magic, que conseguiu piorar a cagada que já tinha feito no primeiro álbum. Coisas como Hadouken! (pra que eu escutei isso?) e seu new rave terrível sempre entrarão como hors concours na lista de piores do ano, bastam lançar algo.

E na música brasileira, o que tivemos? muita coisa boa, muita coisa boa de verdade. Confesso, com vergonha na cara, que acabei não dando a devida atenção ao que acontecia na nossa terra brasilis. Mais um erro meu. Ainda bem que de novembro pra cá, tentei desfazer a besteira que tinha feito e acabei escutando algumas coisas. Não foi o suficiente, infelizmente. Mas deu pra resgatar coisas como , Tulipa Ruiz, Karina Buhr e Thiago Pethit. Excelente é um adjetivo que pouco faz jus a eles.  Alguns deles figurariam fácil no top 20 do ano, mas que por motivos estéticos (haha) será somente internacional.

Outras coisas nacionais me surpreenderam, como o incrível álbum do Marcelo Jeneci, que me fez esquecer uma fraca apresentação aqui em Brasília no ano passado com seu soberbo Feito Pra Acabar, o qual sempre me faz sorrir com seus toques de Brian Wilson, ou então o debut do Watson, banda aqui da minha terrinha, com seus riffs grudentos e criativos que não saem da cabeça, tendo como único ponto baixo algumas letras fracas e forçadas.

O meu nacional preferido? uhm, fico com o álbum homônimo do Apanhador Só. Fazia tempo que não decorava todas as letras de um álbum, até porque a maioria delas são bem simples hahaha. Empolgante e cativante, este é o típico cd que quando acaba, já dá vontade de colocar a primeira faixa pra tocar novamente. Entraria no meu top10 do ano. Sério. Músicas de destaque? Um Rei e o Zé, que abre o álbum mostrando ao que ele veio; Bem-me-Leve, apaixonante e linda, com seu ritmo que vai do reggeado às guitarras soladas; e a querida Maria Augusta, com a sequência de frase mais pop do cenário alternativo brasileiro hahaha.

Alors, vamos ao que interessa, a lista desse ano. Decidi fazer um top 20, pois um top 10 não seria suficiente para abarcar os cds que me marcaram de fato neste ano (nem o 20 foi!). Segue o numerário da primeira parte!

obs: não reparem na linguagem muitas vezes estúpida que foi empregada, boa parte da lista foi feita regada a Ypioca de Guaraná, sem contar o fato de que para cada crítica, eu meio que tentei fazer algo com a cara do álbum. Ficou horrível, i know. =(

20) Gorillaz – Plastic Beach

Como eu odiei esse álbum na primeira ouvida. Como eu continuei odiando na segunda, na terceira e na quarta. Daí desisti. Mas até que veio um sábado qualquer e eu liguei a tv. Estava passando um show deles. O céu abriu e clareou. Não consegui mudar de canal. Hipnotizante. Enérgico. Adrenalina pura. A orquestração e subida de Sweepstakes foi o estopim para eu dar uma décima chance para Plastic Beach. Talvez depois de ver ao vivo, minha mentezinha conseguiu se abrir para a genialidade de Damon. Cada ponto musical construído estrategicamente, uma variação de sons impressionantes, a sagacidade única do hip-hop e o empréstimo bem tomado do rock. Este é o caldeirão de Plastic Beach, este é o prato-feito de um dos grandes mestres da música atual.

Destaques: On Melacholy Hill, Some Kind of Nature e Rhinestone Eyes.

19) Deerhunter – Halcyon Digest

Tá aí a banda mais produzida tintin-por-tintin do mundo indie e que mais tem a crítica aos seus pés. Deerhunter parece que foi fábricado perfeitamente para pairar eternamente no mainstream desconhecido do cult e alternativo. Bradford Cox é o ídolo que todo pseudopseudo sempre quis ter, alguém absurdamente genial, ou forjadamente genial, e não muito manjado (dependendo dos teus padrões haha). É o rei da mídia underground, um John Lennon dos desconhecidos desse novo século. Mas isso não invalida, talvez só reforce, o excelente trabalho que o Deerhunter vem fazendo na última década, e que mais uma vez foi posto a prova, agora com Halcyon Digest. Beirando o nosso batido e sempre foda (quando bem-feito) dream-pop, com músicas imersivas e pró-reflexivas, este álbum é o que melhor pode te acontecer em um dia em que o café é o teu melhor companheiro e a cama o teu habitat. Talvez a minha maior experiência musical individual este ano foi entrar em uma biblioteca com os fones no talo escutando He Would Have Laughed. É pra pirar ou abandonar tudo. Só não te recomendo, porque a todos que recomendei, ninguém gostou. Very sad.

Destaques: Memory Boy, Helicopter e Coronado.

18) Kings of Leon – Come Around Sundown

“Quê? Kings of Leon em um top 20? ah, vão se foderem”. Não meu caro, não pare de ler aqui, eu te peço lol. Se achou tão estúpido esta boy band por aqui, pule esta posição e continue sua agradável leitura, mas infelizmente (?) eu tenho que colocá-los por aqui, é um exercício de honestidade e de acerto de contas com o passado. Enfim, pulando as pessoalidades idiossincráticas e indo ao que interessa, Come Around Sundown mostra mais uma vez que a família Followill não se prende a mesmice, por bem ou por mal. Saindo do pop piegas de Only By The Night, para um som um pouco menos estadiano e mais parado, a banda flerta com ritmos praianos, voltando também a bater o pé no southern rock dos dois primeiros álbuns, assim como arrisca algo alternativaço como o terceiro álbum. Para muitos, este álbum demonstra uma falta de força de vontade, um desleixo de uma banda que já chegou ao topo de sua carreira em termos de mídia. Para mim, mais um recomeço, assim como foram os outros quatro álbuns. Bom ou ruim, definitivamente não é a mesma banda de Youth and Young Manhood. Bom ou ruim, Come Around Sundown é mais um álbum do KoL que se tornou importantíssmo na minha vida, talvez seja porque somente o fato de escutar a voz do Caleb já me traga excelente lembranças. Só de álbum conseguir me causar esse tipo de sensação é o bastante para ele estar neste ranking.

Destaques: Pickup Truck (uma das 5 melhores faixas do ano), Mary e Back Down South.

17) Two Door Cinema Club – Tourist History

Se você foi pra uma BALADA rs esse ano, e não escutou nenhuma música de Tourist History, mate-se, cara. Você está fazendo isso errado ou está frequentando lugares com péssimos djs. Mas relaxe meu parceiro, quem vos escreve só foi escutar músicas do Wolfgang Amadeus Phoenix em festas uns 4 meses depois que ele saiu. Pasmem. Onde vai parar a cultura indie frufru mainstream neste país? bah, falando do álbum em si, sim, ele é mais um dos muitos álbuns electro(?)indies que você escutou ou vai escutar na sua #vdm, mais do mesmo, mas mais daquilo que incendeia uma pista de dança como ninguém. O cd pega fogo do início ao fim, com poucos altos e baixos, podendo ser colocado no seu radiofone sem se preocupar com uma possível música chata que irá morgar sua festa. É uma televisão apenas com o áudio. Desligue o cérebro e curta a vida, dance e espere o dia raiar, porque amanhã tem outra festa. A citação do último álbum do Phoenix vem a calhar, pois assim como WAP, Tourist History se tornou indispensável nas pistas de danças modernuxas desse Brasil varonil. Se você vai se lembrar desse álbum daqui há 20 anos, pouco importa, o que vale são os pés dançantes de agora.

Destaques: Come Back Home, This is the Life e I Can Talk

16) Band of Horses – Infinite Arms

Mais uma vez fazendo o que deve ser feito quando se trata de alt-country, o Band of Horses nos brinda com outro excelente álbum, que só fica atrás do seu insuperável debut. Com três pauladas de face, o álbum é aberto com uma sonoridade bastante diferente de seus antecessores, talvez com uma criatividade experimental menor, mas com uma consistência sonora maior que lhes aproxima de sons mais radiofônicos, possibilitando, talvez, vôos maiores para uma banda ainda com um nicho de fãs restritos (mesmo com todo sucesso gerado por The Funeral). Mais forte, mais rápido, com mais cara de moto do que de caminhonete (boa comparação, pqp hahaha), o álbum ainda nos reserva momentos calmos e de bucolismo extremos, como nas faixas que compõem o meio do disco. Mesmo com o desmembramento da banda, o Band of Horses mostra que continua sendo uma aposta certeira quando se trata da música interiorana americana no cenário indie, e que ainda é uma das melhores pedidas para te acompanhar naquela viagem ou naquele cair de tarde regado a cerveja e papos casuais. Por fim, como é de praxe, cabe um comentário sobre a excelente arte da capa, pois assim como nos álbuns anteriores, é linda e demonstra, de certa forma, o capricho que será encontrado em cada faixa do cd. Apaixonante, é o adjetivo mais apropriado para este álbum e para esta banda.

Destaques: Laredo, Blue Beard e Evening Kitchen

15) Yeasayer – Odd Blood

Talvez o primeiro grande álbum do ano, o Yeasayer voltou com força nesse segundo trabalho, mostrando uma banda, ao meu ver, menos insegura e mais decidida sobre o que quer da vida. Um verdadeiro chute na porta, um verdadeiro cartão de visitas atrasado e uma concretização de algo que apenas ficou latente no enfadonho All Hour Cymbals (heresia aqui?). Para muitos, uma traição, um flerte mal feito com o pop. Pedras voaram quando o álbum saiu, muitas aliás. Mas ele resistiu, sobreviveu e agora no fim do ano apareceu em muitas listas de melhores do ano, e cá está em mais uma. O Yeasayer chegou onde muitos queriam estar, tem aos seus pés os dois reconhecimentos que qualquer artista almeja, o de crítica e de público. Odd Blood justifca o nome, esquisito, mas com um apelo aos ouvidos extremamente forte, som original e diferente, mas tendo como destinatário todos os gostos. Pega o melhor do que a música indie fez na sua imersão no mundo eletrônico, e rebobina num turbilhão pop de cores e texturas, em que o denso é leve, o difícil é tranquilo e o trabalhoso aparece como suave. Passeia entre um Animal Collective e a ralé das paradas de sucesso (haha) na maior facilidade. Memorável e marcante. Grudento e delicioso. Odd Blood fez meu fevereiro mais feliz.

Destaques: Ambling Alp, O.N.E e I Remember

14) The Phoenix Foundation – Buffalo

Cacete, talvez o álbum mais lindo, fofo e apaixonante do álbum. Uma verdadeira flecha no coração. Uma declaração de amor. Não sei, nem sei. Talvez nem seja isso. Músicas hipnotizantes, em que a construção segue praticamente a mesma idéia do início ao fim, instrumentos caprichadamente repetidos em acordes que te fazem só querer deitar e não querer saber mais de nada. Enquanto isso, um trabalho de sons menores é impecavelmente construído por trás de cada faixa, com um cuidado extremo digno de nota. E por fim, refrões feitos para serem gravados e cantados após a primeira ouvida. Todos esses ingredientes fazem de Buffalo um álbum a lá sorvete com creme, nunca te enjoa, e toda vez que você experimenta de novo, dá-te aquela aquela sensação de primeira vez; de “como essa porra é boa”. A imensidão sonora de cada música é um sentimento de que entre nós e o céu não existe nada além do que uma questão de ponto de vista. Transcedência é a palavra adequada para as guitarras marcantes de músicas como Bitte Bitte e Pot. Este álbum é algo perdido nos vales do Colorado e reconstruído por essa digna representante da kiwi music. Só pode, eu creio.

Destaques: Flock of Hearts, Buffalo e Bitte Bitte.

13) Best Coast – Crazy For You

Caras, eu nunca vi um hype tão grande como o que envolveu e envolve o Best Coast. Antes mesmo do álbum sair, era um buxixo só sobre ele. De certa forma, toda a crítica positiva em torno do cd já foi forjada antes mesmo dele sair. A banda já tinha a meiuca alternativa aos seus pés. Muitos modernuxos já tinham eles como seus favoritos da última semana sem ter escutado nem meia dúzia de músicas. Todavia, contudo, entretanto, tudo isso não retira o fato de que Crazy For You é pica. É o que todo álbum “indie” desprentensioso deve ser, apesar de todo o aparato midiático em torno de seu lançamento. Simples, cativante, radiofônico, memorável e que sempre merece um repeteco. Na vibração de um som praiano, com cara de que saiu de uma garagem qualquer de Huntington Beach e daquele encontro casual de amigos e seus instrumentos, o disco nos transporta para aquele sol de cair da tarde, com o som do mar e as gatas andando na beira-mar. Tire uma cerveja do isopor, ponha seus óculos escuros, vista teu shorts vermelho stilo anos 60 e embarque em mais um excelente modismo indiano. O amor existe, e ele pode ser comprado na quitanda do fim da rua.

Destaques: Crazy For You, Bratty B e The End

12) Apparatjik – We Are Here

10.434 ouvintes. Esse é o marcador do last.fm enquanto escrevo. Caras, eu luto, mas não consigo entender. Enquanto tem tanto projeto paralelo lixo por aí fazendo uma caralhada de sucesso, essa estupenda reunião de cabeças, que soa melhor que as bandas originais (flaaame), não passa de algo relativamente desconhecido. Ta bom que 10k é algo até grande (hipsters motherfuckers), mas ainda é baixo para o que fizeram em We Are Here, ainda mais que um dos membros vem do chiquérrimo Coldplay (blergh) e outro do A-ha (quantos novos fãs deles vocês não descobriram com a passagem deles pelo Brasil? hahaha, não podia deixar passar essa). Bom, mas pra muitos, nem tudo são flores. Talvez Apparatjik tenha um toque brega, algo perdido e mal achado em um passado não enterrado da música eletrônica, ressaltado pelos vocais de Jonas Bjerre e algumas passagens mal explicadas (ou não) do disco. Pouco importa, o álbum é alucinante e, pra mim, de ótimo bom gosto, indo da música pra tocar na tua festinha de fim de ano – Supersonic Sound – a um som mais ameno e tranqüilizador – In a Quiet Corner -. Talvez reúna um pouco das coisas boas de cada uma das bandas mãe, como o vocal único, pop e marcante do Mew (mas eu não acabei de falar mal dele?), o eletrônico de caixa, aberto e radiofônico do A-ha e o….bem, do Coldplay nós podemos dizer que só o fato de a gente não percebê-lo no trabalho já é um elogio.

Destaques: Datascroller, Snow Crystals e Josie.

11) The Tallest Man on Earth – The Wild Hunt

“O novo Bob Dylan”. É assim que a imprensa sacana trata Kristian Matsson. É pra foder, não? mas diferentemente de jogadores de futebol, esse tipo de comparação não afeta o trabalho de nosso pequeno grande homem, pois o que vemos em The Wild Hunt é a melhora do que já havia sido feito extraordinariamente no primeiro álbum. Folk de raiz, embora sueco, voz rasgada e melodias encaixadas perfeitamente em cada letra, ou o inverso. Este grande álbum de um único homem é o melhor do que a música interiorana pode e já nos demonstrou. Sem rodeios; apenas a velha viola com acordes rústicos, corantes e arrepiantes; e com cara de feito agorinha e debaixo de uma varanda aos goles de um bom bourbon. Nos remonta a uma vida simples, recheada apenas dos tormentos que o homem do campo tem, ou seja, dos tormentos verdadeiramente necessários. É quase um convite para você botar a mochila nas costas e colocar o pé na estrada. É um impulso para o desprendimento. Uma despedida para não mais voltar. A trilha sonora do adeus.

Destaques: The Wild Hunt, Troubles Will Be Gone e The Drying of The Lawns.

 

Por enquanto é isso, amanhã sai o top com os 10 primeiros! Aquele abraço!

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Sobre Marcos Vinícius

The black sheep boy who dreams of horses. Graduado em Direito pela Universidade de Brasília, secretário parlamentar no gabinete do dep. Chico Alencar (PSOL-RJ) e membro da Esquerda Libertária Anticapitalista (ELA). Um aficionado por música, política e amores anarcotropicais.
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4 respostas a Álbuns de 2010 (20º ao 11º)

  1. Paulo Paulada diz:

    Irado o Blog! quero ver tua opnião a respeito do top10, faz logo aí!hahaha.
    Tem muita coisa que não ouvi ainda, quando passar minha doença de dmb farei isso, hehe.

  2. Boechat diz:

    menomena de cu é rola. heuiaehuiae, deixa eu começar a ouvir pelo primeiro. Esse meu ano não foi nada revolucionário, tenho q ouvir mta coisa daqui. E esse top 5 tá muito bairrista, panelinha de The National do caralho uieaheauihea. E o DMB pitaco’s? to dentro (serim).

  3. ieUHAieuhhaEIU, porra, nem é panelinha eaiueh. Escuta aê, dps me diz o que achou mano xD. E vou chamar mermo, postzão com emoção é tu na certa haha. Eu que tenho que postar alguma coisa, até tou com várias paradas na cabeça, mas esse começo de ano tou na preguiça do cacete aieuhae.

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